Grandola Vila Morena, terra da fraternidade, o povo é quem mais ordena, dentro de ti ó cidade.
Grândola Vila Morena
José Afonso Composição: José Afonso
Foi à senha desta canção faz precisamente agora 35 anos, na madrugada do 25 de Abril de 1974, que arrancou a Revolução dos Capitães que derrubou a ditadura fascista que amordaçou Portugal durante 48 anos, e ficou na História como a Revolução de Abril, ou Revolução dos Cravos , em que tal foi a Alegria dos Portugueses, que o Povo saíu à Rua e ofereceu cravos aos Militares que depuseram o Regime de Salazarista, mal grado alguns politicos menos recomendáveis o 25 de Abril valeu a pena;
VIVA O 25 de ABRIL - VIVA PORTUGAL
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=32327
Todos os pretextos lhes servem para privatisar:
“Emergência médica
Presidente do INEM defende o fim da instituição
O presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Luís Cunha Ribeiro, defendeu hoje o fim desta instituição e a sua substituição pelo atendimento pré-hospitalar assegurado pelo hospital local.
Luís Cunha Ribeiro falava durante o encontro sobre «cooperação na rede de urgências hospitalares» organizado pelo Hospital do Futuro.
Para o presidente do INEM «o hospital não deve estar fechado entre quatro paredes, mas sim organizar a sua actividade pré-hospitalar, buscar o doente grave e estabilizá-lo», defendeu.
Neste sentido, Luís Cunha Ribeiro defendeu que «o INEM devia acabar», adiantando que já transmitiu esta opinião ao Ministro da Saúde.
Para o clínico, se o hospital assegurar a sua actividade pré-hospitalar «actualmente a cargo do INEM» poderão poupar-se vários recursos.
A este propósito lembrou que um doente que é estabilizado no local e posteriormente encaminhado para o hospital passa, em média, menos 2,5 dias internado.
Na sua intervenção, Luís Cunha Ribeiro garantiu que o INEM tem actualmente meios para responder às necessidades, graças aos 20 milhões de euros que recebe este ano para reforço de meios.
Até ao final do ano, o INEM terá um reforço de 600 pessoas na emergência pré-hospitalar, área em que é mais difícil recrutar meios, reconheceu.
«Comprar carros é fácil, ter pessoas com formação adequada é mais difícil», disse.
Para Luís Cunha Ribeiro, o INEM estará a desempenhar o seu papel se garantir, em meio urbano, que 90 por cento dos doentes obtenha uma resposta no local em 15 ou menos minutos e, no meio rural, em 30 minutos, o que, em média, já acontece em Portugal.
Lusa/SOL”
Sabiam que, 2% do que se paga em Seguro Automóvel vai para o INEM/SNBPC (Iinstituto Nacional de Emergencia Médica/Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil)
E amaioria do “pagode”, convencido que o INEM é de borla e que isso de Bombeiros, são voluntários…
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