Friday, April 24, 2009

Grandola Vila Morena, terra da fraternidade, o povo é quem mais ordena, dentro de ti ó cidade.

                                                                             Grândola Vila Morena

                                                               José Afonso Composição: José Afonso

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Foi à senha desta canção faz precisamente agora 35 anos, na madrugada do 25 de Abril de 1974, que arrancou a Revolução dos Capitães que derrubou a ditadura fascista que amordaçou Portugal durante 48 anos, e ficou na História como a Revolução de Abril, ou Revolução dos Cravos , em que tal foi a Alegria dos Portugueses, que o Povo saíu à Rua e ofereceu cravos aos Militares que depuseram o Regime de Salazarista, mal grado alguns politicos menos recomendáveis o 25 de Abril valeu a pena;

                                                         VIVA O 25 de ABRIL - VIVA PORTUGAL 

alt : http://www.youtube.com/v/rZx_yEiEYqw&hl=en

Posted by Fernando Oliveira at 00:27:19
Comments

2 Responses to “Grandola Vila Morena, terra da fraternidade, o povo é quem mais ordena, dentro de ti ó cidade.”

  1. Anonymous says:

    http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=32327

    Todos os pretextos lhes servem para privatisar:

    “Emergência médica
    Presidente do INEM defende o fim da instituição
    O presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Luís Cunha Ribeiro, defendeu hoje o fim desta instituição e a sua substituição pelo atendimento pré-hospitalar assegurado pelo hospital local.

    Luís Cunha Ribeiro falava durante o encontro sobre «cooperação na rede de urgências hospitalares» organizado pelo Hospital do Futuro.

    Para o presidente do INEM «o hospital não deve estar fechado entre quatro paredes, mas sim organizar a sua actividade pré-hospitalar, buscar o doente grave e estabilizá-lo», defendeu.

    Neste sentido, Luís Cunha Ribeiro defendeu que «o INEM devia acabar», adiantando que já transmitiu esta opinião ao Ministro da Saúde.

    Para o clínico, se o hospital assegurar a sua actividade pré-hospitalar «actualmente a cargo do INEM» poderão poupar-se vários recursos.

    A este propósito lembrou que um doente que é estabilizado no local e posteriormente encaminhado para o hospital passa, em média, menos 2,5 dias internado.

    Na sua intervenção, Luís Cunha Ribeiro garantiu que o INEM tem actualmente meios para responder às necessidades, graças aos 20 milhões de euros que recebe este ano para reforço de meios.

    Até ao final do ano, o INEM terá um reforço de 600 pessoas na emergência pré-hospitalar, área em que é mais difícil recrutar meios, reconheceu.

    «Comprar carros é fácil, ter pessoas com formação adequada é mais difícil», disse.

    Para Luís Cunha Ribeiro, o INEM estará a desempenhar o seu papel se garantir, em meio urbano, que 90 por cento dos doentes obtenha uma resposta no local em 15 ou menos minutos e, no meio rural, em 30 minutos, o que, em média, já acontece em Portugal.

    Lusa/SOL”

    Sabiam que, 2% do que se paga em Seguro Automóvel vai para o INEM/SNBPC (Iinstituto Nacional de Emergencia Médica/Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil)

    E amaioria do “pagode”, convencido que o INEM é de borla e que isso de Bombeiros, são voluntários…

  2. your space is amazing!

Leave a Reply